<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?>
<rss  xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom"  xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/" version="2.0">
  <channel>
    <title><![CDATA[Blog By Kamy Tapetes - Arte Feed]]></title>
    <link>https://www.bykamy.com.br/blog.html</link>
    <description><![CDATA[]]></description>
    <pubDate>Wed, 04 Nov 2026 19:43:40 +0000</pubDate>
    <generator>Zend_Feed</generator>
    <docs>http://blogs.law.harvard.edu/tech/rss</docs>
    <item>
      <title><![CDATA[BLOG BY KAMY | Quando o Oriente nos convida a conhecê-lo]]></title>
      <link>https://www.bykamy.com.br/blog/quando-o-oriente-nos-convida-a-conhece-lo.html</link>
      <description><![CDATA[<p>O Oriente possui saberes, técnicas e formas de produção que
remontam a períodos muito anteriores à consolidação dos modelos artísticos que
hoje valorizamos no Ocidente. São conhecimentos e práticas que influenciaram a
arte e o pensamento, e que se desenvolveram em diferentes tradições asiáticas
ao longo de milhares de anos.
	<o:p></o:p>
</p><p><a title="" href="https://www.bykamy.com.br/media/magpleasure/mpblog/upload/d/3/d3e8b3b2f5a89e94edd70ca73961a2c3.jpg" rel="lightbox[mpblog_2487]" target="_blank"><img src="https://www.bykamy.com.br/media/magpleasure/mpblog/upload/d/3/d3e8b3b2f5a89e94edd70ca73961a2c3.jpg" style="max-width:964px;"></a>
</p><p>É nesse contexto que instituições como o <em><strong>Musée Guimet</strong>, em
Paris</em>, se tornam importantes. Dedicado às artes e às culturas asiáticas, o
museu reúne mais de 60 mil objetos do passado e do presente, provenientes de
diferentes regiões, do Afeganistão ao Japão, passando pela Índia, China, Coreia
e Sudeste Asiático. Seu acervo reúne diferentes matérias-primas e linguagens,
como cerâmica, porcelana, tecidos, esculturas, pinturas e objetos de arte.
</p><p><a title="" href="https://www.bykamy.com.br/media/magpleasure/mpblog/upload/c/c/ccb20332fff89952b5200338f6304eb1.png" rel="lightbox[mpblog_2487]" target="_blank"><img src="https://www.bykamy.com.br/media/magpleasure/mpblog/upload/c/c/ccb20332fff89952b5200338f6304eb1.png" style="max-width:974px;"></a></p><p>Nossa diretora criativa, Francesca Alzati, visitou o<em> Musée
Guimet</em> e pôde testemunhar de perto a riqueza dessas obras. Ela se impressionou
especialmente com a forma como muitas delas permanecem atemporais, mesmo tendo sido
produzidas há cerca de 900 anos, além da engenhosidade e do domínio técnico já
presentes nessas produções. Um exemplo são os grandes vasos de cerâmica, que
impressionam tanto por suas dimensões quanto pela precisão e técnica de
esmaltação e cor.
</p><p><a title="" href="https://www.bykamy.com.br/media/magpleasure/mpblog/upload/a/f/af7327e045e3a70ca184005a60db1f35.jpg" rel="lightbox[mpblog_2487]" target="_blank"><img src="https://www.bykamy.com.br/media/magpleasure/mpblog/upload/a/f/af7327e045e3a70ca184005a60db1f35.jpg" style="max-width:967px;"></a></p><p>Entre eles está um vaso meiping, produzido nos fornos de<em>
Cizhou</em> durante a Dinastia Jin (1115–1234). Originalmente destinado a armazenar
bebidas alcoólicas, esse tipo de vaso passou posteriormente a ser utilizado
para exibir galhos de ameixeira. Os móveis e peças expostos possuem uma riqueza
de detalhe impressionante, a composição de desenhos se compara a complexidade
que encontramos na marchetaria japonesa, o <em>Yosegi zaiku</em>, onde a madeira é
entalhada e encaixada para criar formas únicas.
	<o:p></o:p><br>
</p><p><br></p><h5>Quando o tecido também conta uma história<br>
</h5><p><span class="redactor-invisible-space"><a title="" href="https://www.bykamy.com.br/media/magpleasure/mpblog/upload/d/b/db062b35fad0c6fb1c879a11685bc84b.jpg" rel="lightbox[mpblog_2487]" target="_blank"><img src="https://www.bykamy.com.br/media/magpleasure/mpblog/upload/d/b/db062b35fad0c6fb1c879a11685bc84b.jpg" style="max-width:981px;"></a></span>
</p><p><span class="redactor-invisible-space"><span class="redactor-invisible-space"></span></span>O têxtil se apresenta de uma forma muito importante na exposição do <em>Musée Guimet</em>, pois a tecelagem e a tapeçaria têm uma longa história no continente asiático e conversam intimamente com a by Kamy, já que o olhar da marca sempre esteve voltado para essa riqueza. O DNA do Oriente está presente não apenas em nossos tapetes persas, mas também na história de nosso fundador. </p><p>No início dos anos 1960, <strong>Parviz Abrarpour</strong> imigrou da Pérsia para o Brasil com a esposa e os três filhos, com o propósito de contribuir para a expansão organizada da fé Bahá’í. Foi aqui que abriu sua loja, dedicando-se à seleção e à importação de belos tapetes orientais.   Uma história que atravessou gerações e teve continuidade com <strong>Kamyar Abrarpour</strong>. </p><p>Para nós, o feito à mão e as técnicas são formas de preservar tradições que continuam nos ensinando até hoje. Cada região possui um estilo de técnica e design muito particular, um exemplo claro é o pigmento azul das porcelanas chinesas, ou os belos medalhões dos tapetes persas, e a by Kamy procura sempre respeitar essa originalidade. Olhamos para o passado como referência e como escola, encontrando caminhos para novas criações e para o design do futuro.
</p><p><br></p><h5>Quando a natureza se torna um símbolo<o:p></o:p><br></h5><p><a title="" href="https://www.bykamy.com.br/media/magpleasure/mpblog/upload/0/a/0aa57f39428459c6ef640d1850cdbaf0.jpg" rel="lightbox[mpblog_2487]" target="_blank"><img src="https://www.bykamy.com.br/media/magpleasure/mpblog/upload/0/a/0aa57f39428459c6ef640d1850cdbaf0.jpg" style="max-width:980px;"></a></p><p><span class="redactor-invisible-space"><span class="redactor-invisible-space">Além da técnica sofisticada, essas obras revelam diferentes formas de enxergar o mundo. Em diferentes tradições asiáticas, animais, plantas, montanhas e outros elementos da natureza assumem importante presença nas representações, muitas vezes associados a crenças, espiritualidade e filosofia. Na tradição chinesa, por exemplo, elementos da natureza não aparecem apenas como representação do mundo visível: animais, plantas, montanhas e outros elementos podem carregar significados simbólicos, associados à espiritualidade, à longevidade, à harmonia e à própria compreensão do universo.<br></span></span>
</p><p>Essa relação fica especialmente interessante quando aparece na própria cerâmica. Na China, por exemplo, figuras dos doze animais do zodíaco foram utilizadas em contextos funerários. O próprio <em>Musée Guimet</em> apresenta estatuetas funerárias em terracota da Dinastia Tang, do século VIII, encontradas em uma tumba na região de <em>Xi’an</em>.
</p><p>A valorização dos animais na arte asiática é algo que é menos visto na arte europeia do mesmo período, mas ganha força nos países mais a leste. O macaco Hanuman das lendas do <i>Ramakien</i> tailandês, <em>Ganesha</em> com sua cabeça de elefante ou as vacas de Krishna na Índia, entre tantos outros, são representações regionais de animais que são compartilhados por diferentes crenças espalhadas pelo continente.
</p><p><a title="" href="https://www.bykamy.com.br/media/magpleasure/mpblog/upload/6/9/6965b22952e5235b4de82d9ce176b6dc.jpg" rel="lightbox[mpblog_2487]" target="_blank"><img src="https://www.bykamy.com.br/media/magpleasure/mpblog/upload/6/9/6965b22952e5235b4de82d9ce176b6dc.jpg" style="max-width:978px;"></a></p><p>Na by Kamy, também seguimos essa tradição de respeito e valorização de todos os animais.
</p><p><br></p><p><br></p><p><strong>Abaixo, conheça alguns dos animais sagrados da Ásia e tapetes do nosso acervo que são inspirados por eles:</strong></p><h5>O tigre</h5><p>O tigre é uma figura emblemática de vários países; ele é
especialmente reverenciado no Nepal e na Índia. No budismo tibetano, o tigre é
um dos quatro animais protetores e, na Índia, é um dos animais-símbolo da deusa
Durga, a guerreira, que é representada muitas vezes montada no animal. O 
	<strong>Tapete
Tiger
	</strong> é uma representação desse animal, símbolo de força e poder.<o:p></o:p><br>
</p><p><a title="" href="https://www.bykamy.com.br/media/magpleasure/mpblog/upload/1/e/1ec905af24de74355157cc0fb78f5772.jpg" rel="lightbox[mpblog_2487]" target="_blank"><img src="https://www.bykamy.com.br/media/magpleasure/mpblog/upload/1/e/1ec905af24de74355157cc0fb78f5772.jpg" style="max-width:981px;"></a>
</p><p><br>
</p><h5>A serpente</h5><p>Considerada sagrada no Camboja. Segundo a
lenda, o país foi criado pela união de uma princesa Naga (serpente) e um
príncipe indiano. Ao andar pelo país, é impossível não observar esculturas das
chamadas Nagas de sete cabeças. Essa emblemática figura é a protagonista do
<strong>tapete Fauna Mix do Chão</strong>, de <strong>Regina Silveira</strong>.</p><p><strong><o:p></o:p></strong><a title="" href="https://www.bykamy.com.br/media/magpleasure/mpblog/upload/5/3/535bebf0317f33f53c4d9589d0e662f2.jpg" rel="lightbox[mpblog_2487]" target="_blank"><img src="https://www.bykamy.com.br/media/magpleasure/mpblog/upload/5/3/535bebf0317f33f53c4d9589d0e662f2.jpg" style="max-width:999px;"></a>
</p><p><span class="redactor-invisible-space"><br></span>
</p><h5>O dragão</h5><p><span class="redactor-invisible-space"><strong></strong></span>Falando de animais fantásticos, o dragão é uma das figuras mais importantes de todo o Leste Asiático, sendo o símbolo imperial da China e uma divindade protetora e representante da saúde e da fortuna em países como Japão, Coreia, Nepal e Vietnã. O <strong>tapete Dragon Silk</strong>, produzido no Nepal, retrata esse personagem milenar através de uma tecitura única e feita com uma preciosa matéria-prima.</p><p><a title="" href="https://www.bykamy.com.br/media/magpleasure/mpblog/upload/d/9/d951e80c5afbb2768ebb826852900858.jpg" rel="lightbox[mpblog_2487]" target="_blank"><img src="https://www.bykamy.com.br/media/magpleasure/mpblog/upload/d/9/d951e80c5afbb2768ebb826852900858.jpg" style="max-width:1041px;"></a></p><h5>A libélula</h5><p><strong></strong>Apesar de seu tamanho diminuto, é um dos animais
sagrados do Japão, tendo destaque em vários pontos do folclore japonês. É
considerada um símbolo de coragem e o “inseto da vitória”, por nunca voar para
trás, crença essa que fazia com que samurais estampassem a figura desse inseto
em capacetes e espadas. A <strong>peseira Mouro Libélula Queen</strong> cristaliza a beleza deste pequeno animal.</p><p><span class="redactor-invisible-space"></span>
</p><p><a title="" href="https://www.bykamy.com.br/media/magpleasure/mpblog/upload/0/b/0b987daa723790ee4dec646418978db5.jpg" rel="lightbox[mpblog_2487]" target="_blank"><img src="https://www.bykamy.com.br/media/magpleasure/mpblog/upload/0/b/0b987daa723790ee4dec646418978db5.jpg" style="max-width:1024px;"></a>
</p><p><br><br><br><br>Fontes das imagens: Musée Guimet: <a href="https://www.guimet.fr/fr">https://www.guimet.fr/fr</a>,  Banco de Imagens by Kamy, Envato e Acervo pessoal de Francesca Alzati.<span class="redactor-invisible-space"></span></p><p><br>
</p><p><br>
</p><br>]]></description>
      <pubDate>Fri, 16 Oct 2026 17:37:08 +0000</pubDate>
    </item>
    <item>
      <title><![CDATA[BLOG BY KAMY | O que faz uma pintura abstrata de Hilma af Klint nos parecer tão familiar? ]]></title>
      <link>https://www.bykamy.com.br/blog/o-que-faz-uma-pintura-abstrata-de-hilma-af-klint-nos-parecer-tao-familiar.html</link>
      <description><![CDATA[<p>Talvez essa tenha sido uma das primeiras perguntas que nos fizemos diante das obras da artista sueca, que visitamos no Grand Palais, em Paris. Suas pinturas não mostram mulheres, corpos ou cenas femininas de maneira literal. Mas, ainda assim, flores, sementes, espirais, formas ovais e símbolos que remetem ao corpo feminino parecem nos falar de algo muito próximo da criação, da transformação e da própria vida. </p><p><a title="" href="https://www.bykamy.com.br/media/magpleasure/mpblog/upload/a/c/acbfc7bfb2dca7418d5794c111d040cc.jpg" rel="lightbox[mpblog_2486]" target="_blank"><img src="https://www.bykamy.com.br/media/magpleasure/mpblog/upload/a/c/acbfc7bfb2dca7418d5794c111d040cc.jpg"></a></p><p><b><a title="" href="https://www.bykamy.com.br/media/magpleasure/mpblog/upload/3/3/334c0be06e41fc75626bba333744cf33.jpg" rel="lightbox[mpblog_2486]" target="_blank"><img src="https://www.bykamy.com.br/media/magpleasure/mpblog/upload/3/3/334c0be06e41fc75626bba333744cf33.jpg" alt="" style="font-weight:400; float:left; margin:0px 10px 10px 0px; max-width:346px;"></a>Hilma e sua pesquisa de cor e forma</b> </p><p>A pesquisa de Hilma af Klint (1862-1944) sobre cores, formas e símbolos é um dos pontos que chamou a atenção da by Kamy e direcionou nossos olhos para essa artista. Em suas pinturas, cores intensas, formas geométricas e elementos orgânicos se combinam para criar uma linguagem visual própria, construída a partir de relações entre gênero, a natureza, a espiritualidade e a transformação. </p><p>Hilma criou um sistema de símbolos em que o feminino e o masculino aparecem como forças complementares: o azul associado ao princípio feminino, o amarelo ao masculino e o verde como resultado da união dos dois. Essa investigação cromática dialoga intimamente conosco, já que a variedade de cores e formas também ocupa um lugar central na criação de um tapete. A nossa pesquisa cromática vai muito além do “modismo” e tem suas raízes na técnica e na riqueza cultural de vários artistas. No acervo da by Kamy, temos, por exemplo, as peças Yu Li Min, com um forte visual modernista tropical; o Girocolor, com seu design dinâmico e variações de tons que criam a sensação de movimento giratório, o que nos remeteu à obra <i>Series VII, No. 7d</i>, de Hilma; o tapete Sky, repleto de nuances e gradientes de cor; além das nossas ilustres peças Tarsila do Amaral, com uma paleta vibrante e rica em cultura brasileira.</p><p><a title="" href="https://www.bykamy.com.br/media/magpleasure/mpblog/upload/5/9/59fb296a485112b80ace69c5d22cb17b.jpg" rel="lightbox[mpblog_2486]" target="_blank"><img src="https://www.bykamy.com.br/media/magpleasure/mpblog/upload/5/9/59fb296a485112b80ace69c5d22cb17b.jpg" style="max-width:921px;"></a></p><p><b>Quando uma pintura passa a ocupar quase todo o nosso corpo</b></p><p>A escala da série <i>The Ten Largest</i> (As Dez Maiores), Grupo IV, de 1907, mudou completamente nossa relação com as obras. Diante de pinturas com cerca de 3,15 metros de altura, sentimos que um mergulho era inevitável. Elas deixaram de caber apenas no campo da visão e passaram a nos envolver fisicamente. As espirais pareciam crescer, as flores se expandiam e as formas se multiplicavam nessa série criada para representar quatro fases da vida: infância, juventude, idade adulta e velhice. </p><p>Talvez tenha sido justamente aí que encontramos parte da força dessas obras. Diante delas, não sabíamos exatamente o que estávamos vendo. Uma célula? Uma semente? Uma flor? Um organismo? Um universo? A pintura não nos dava uma resposta. Em vez disso, nos fazia procurar uma dentro de nós. </p><p><a title="" href="https://www.bykamy.com.br/media/magpleasure/mpblog/upload/c/f/cfef40f217d1cf8a56888fd2de4a036e.jpg" rel="lightbox[mpblog_2486]" target="_blank"><img src="https://www.bykamy.com.br/media/magpleasure/mpblog/upload/c/f/cfef40f217d1cf8a56888fd2de4a036e.jpg" alt="" style="float:left; margin:0px 10px 10px 0px; max-width:269px;"></a></p><p><b>Como surgiu a linguagem de Hilma?</b> </p><p>Foi dentro de um grupo de cinco mulheres chamado De Fem que Hilma começou a desenvolver uma linguagem própria para traduzir aquilo que acreditava perceber para além do mundo visível. </p><p>A partir dessas experiências, uma criação secreta e radicalmente nova, influenciada pelo espiritismo, pela teosofia e por suas vivências mediúnicas, começou a tomar forma. Espirais, círculos, formas geométricas e feixes de luz passaram a compor um vocabulário visual próprio. Sua inventividade na criação de símbolos e figuras faz com que ocupe um lugar singular na história da arte. Hilma desenvolveu uma linguagem abstrata antes mesmo de a abstração se consolidar como um movimento reconhecido na arte moderna. </p><p><b>Por que suas obras parecem tocar tantas mulheres?</b> </p><p>Hilma fala do feminino sem precisar representar mulheres, corpos ou cenas femininas de maneira literal. As flores e as formas orgânicas acompanham diferentes fases da vida. Em outras obras, a flor aparece associada à fecundidade, enquanto determinadas formas são relacionadas ao feminino. </p><p>Talvez tenha sido justamente essa combinação entre o que reconhecemos e o que permanece aberto que nos aproximou de suas pinturas. Elas não apresentam uma imagem pronta do feminino, mas sugerem ideias de criação, transformação, fecundidade e passagem do tempo. São temas que podem encontrar uma ressonância particular entre muitas mulheres, sem deixar de despertar identificações e interpretações diversas. </p><p><b>O olhar brasileiro sobre a obra de Hilma</b> </p><p>Em 2018, a Pinacoteca de São Paulo apresentou <i>Hilma af Klint: Mundos Possíveis</i>, com curadoria de Jochen Volz e Daniel Birnbaum. A exposição nos ajuda a compreender a complexidade do universo que a artista construía. </p><p>Volz chamou a atenção para um aspecto essencial de sua produção: “Hilma não separava ciência, espiritualidade, religião, natureza e símbolos.” Tudo podia coexistir na mesma imagem. Essa perspectiva nos faz olhar para suas pinturas não em busca de uma tradução única para cada elemento, mas como um campo em que diferentes referências e possibilidades convivem. </p><p>Talvez seja por isso que sua obra continue tão aberta. Ela nos parece familiar e, ao mesmo tempo, impossível de decifrar completamente. E talvez essa seja uma das razões pelas quais, mais de um século depois de terem sido criadas, suas pinturas ainda nos fazem parar diante delas e perguntar: o que estamos vendo e por que isso nos parece tão próximo? </p><p><a title="" href="https://www.bykamy.com.br/media/magpleasure/mpblog/upload/8/0/808bafd574daf498a8de17b3843adf82.jpg" rel="lightbox[mpblog_2486]" target="_blank"><img src="https://www.bykamy.com.br/media/magpleasure/mpblog/upload/8/0/808bafd574daf498a8de17b3843adf82.jpg"></a></p><p><b> </b></p><p><b> </b></p><p><b>Uma fala de Hilma sobre seu processo de criação</b> </p><p>“Os quadros foram realizados diretamente através de mim, sem nenhum desenho preliminar e com grande força. Eu não tinha ideia do que as pinturas iriam representar; porém, trabalhei com rapidez e segurança, sem mudar uma única pincelada.” </p><p>— Hilma af Klint </p><p>O Moderna Museet registra que cada uma das obras de <i>The Ten Largest</i> (As Dez Maiores) levou cerca de quatro dias para ser realizada. As pinturas foram feitas sobre grandes folhas de papel, posteriormente montadas sobre tela. </p><p>E pensar que essas obras foram criadas em 1907. O que havia nelas, há mais de um século, que ainda nos parece tão atual? Talvez essa seja uma das perguntas mais interessantes que levamos conosco depois de conhecer Hilma: como imagens criadas em outro tempo continuam nos provocando, despertando novas leituras e encontrando espaço em nosso olhar? </p>]]></description>
      <pubDate>Mon, 05 Oct 2026 19:18:00 +0000</pubDate>
    </item>
    <item>
      <title><![CDATA[ENFEITE DECORA | by Kamy leva a instalação “A Água é Viva” para a Bienal de Arquitetura Brasileira 2026]]></title>
      <link>https://www.bykamy.com.br/blog/enfeite-decora-by-kamy-leva-a-instalacao-a-agua-e-viva-para-a-bienal-de-arquitetura-brasileira-2026.html</link>
      <description><![CDATA[<p>À primeira vista, o visitante entra em uma galeria. Em poucos segundos, a percepção muda: o espaço se transforma em um ambiente submerso. Suspensas no ar, esculturas têxteis inspiradas em águas-vivas flutuam como se estivessem em movimento, criando uma experiência imersiva que mistura arte, design e reflexão.
</p><p>Uma das atrações apresentadas pela <strong>by Kamy</strong> na <strong>Bienal de Arquitetura Brasileira 2026 </strong>em<strong> São Paulo-SP</strong>, a instalação <strong>“A Água é Viva”</strong> parte do bordado, linguagem central no trabalho da artista visual <strong>Elisa Lobo</strong>, para construir formas orgânicas que se expandem pelo espaço.
</p><p>Fios de seda pura se entrelaçam a outros materiais, muitos deles encontrados em rios e oceanos, compondo estruturas que evocam tanto a delicadeza da vida marinha quanto os impactos da ação humana sobre esses ecossistemas.
</p><p><a title="by Kamy leva a instalação “A Água é Viva” para a Bienal de Arquitetura Brasileira 2026" href="https://enfeitedecora.com/wp-content/uploads/2026/03/kamy-bienal-2.jpg" rel="lightbox[mpblog_2474]" target="_blank"><img src="https://enfeitedecora.com/wp-content/uploads/2026/03/kamy-bienal-2.jpg" alt="by Kamy leva a instalação “A Água é Viva” para a Bienal de Arquitetura Brasileira 2026" style="display:block; margin:auto; max-width:561px;"></a>
</p><p>O contraste é proposital. Ao mesmo tempo em que seduz pela estética, a obra se revela como uma denúncia silenciosa. Os materiais incorporados, frequentemente associados à poluição, são ressignificados no bordado e passam a integrar corpos que representam a vida. A beleza, nesse contexto, funciona como ponto de entrada para uma reflexão mais profunda.
</p><p>Ao caminhar pela instalação, o visitante é convidado a desacelerar e observar. Os detalhes do bordado revelam uma riqueza de texturas que remetem ao universo marinho, ora lembrando rendas, ora estruturas orgânicas, ora superfícies em transformação. Fios que se estendem como tentáculos criam um jogo entre leveza e tensão, beleza e risco.
</p><p>Essa dualidade é central na obra, desenvolvida por Elisa ao longo de quatro anos (2013-2017). As águas-vivas, figuras ao mesmo tempo fascinantes e perigosas, funcionam como metáfora para um ecossistema em equilíbrio delicado. Suspensas entre o chão e o teto, elas ocupam o espaço como um lembrete da fragilidade, assim como da urgência, das questões ambientais.
</p><h2><strong>Bordado como linguagem, design como transformação social</strong></h2><p><strong></strong>
</p><p><strong><a title="by Kamy leva a instalação “A Água é Viva” para a Bienal de Arquitetura Brasileira 2026" href="https://enfeitedecora.com/wp-content/uploads/2026/03/kamy-bienal-3.jpg" rel="lightbox[mpblog_2474]" target="_blank"><img src="https://enfeitedecora.com/wp-content/uploads/2026/03/kamy-bienal-3.jpg" alt="by Kamy leva a instalação “A Água é Viva” para a Bienal de Arquitetura Brasileira 2026" style="display:block; margin:auto; max-width:725px;"></a></strong>
</p><p><strong>A instalação também amplia o alcance do <strong>projeto social</strong> <strong>1 1 by Kamy</strong>, iniciativa da marca que capacita mulheres de <strong>Carmo da Cachoeira</strong>, no sul de <strong>Minas Gerais</strong>, por meio do ensino do bordado. Sob orientação de Elisa Lobo, o grupo desenvolve peças que unem técnica, expressão artística e geração de renda.</strong>
</p><p><strong>Mais do que preservar um saber manual, o projeto cria novas possibilidades de atuação profissional e fortalece a autonomia das participantes. A prática do bordado, nesse contexto, deixa de ser apenas um ofício e passa a atuar como ferramenta de transformação social. Na exposição apresentada na BAB 2026, esse diálogo se estende para outras criações do coletivo, como as <strong>tapeçarias</strong> e <strong>almofadas</strong> desenvolvidas a partir das obras de<strong> Lelli de Orléans e Bragança</strong>, que reforçam a conexão entre arte, natureza e produção manual.</strong>
</p><p><strong><a title="by Kamy leva a instalação “A Água é Viva” para a Bienal de Arquitetura Brasileira 2026" href="https://enfeitedecora.com/wp-content/uploads/2026/03/kamy-bienal-4.jpg" rel="lightbox[mpblog_2474]" target="_blank"><img src="https://enfeitedecora.com/wp-content/uploads/2026/03/kamy-bienal-4.jpg" alt="by Kamy leva a instalação “A Água é Viva” para a Bienal de Arquitetura Brasileira 2026" style="display:block; margin:auto; max-width:534px;"></a></strong></p><p><strong><a href="https://enfeitedecora.com/by-kamy-leva-a-instalacao-a-agua-e-viva-para-a-bienal-de-arquitetura-brasileira-2026/amp/">Confira a matéria na íntegra clicando aqui!</a><br></strong></p><p><br>
</p>]]></description>
      <pubDate>Wed, 22 Apr 2026 13:18:07 +0000</pubDate>
    </item>
    <item>
      <title><![CDATA[RSVP | By Kamy apresenta “Ressignificar” na DW! 2026 e transforma fragmentos têxteis em novas narrativas]]></title>
      <link>https://www.bykamy.com.br/blog/rsvp-by-kamy-apresenta-ressignificar-na-dw-2026-e-transforma-fragmentos-texteis-em-novas-narrativas.html</link>
      <description><![CDATA[<p>A participação da<strong> by Kamy na DW! Semana de Design de São Paulo 2026</strong> parte de uma palavra central: ressignificar. Mais do que conceito expositivo, a proposta aparece como atitude, processo e criação. Na mostra<strong><em> “Ressignificar: silêncio – foco – caminho”</em></strong>, a marca convida o público a mergulhar em um universo construído com simplicidade intencional, materiais revisitados e um olhar voltado para o que já existe, mas pode ganhar outro sentido.</p><p>A exposição direciona o olhar para as criações desenvolvidas no ateliê da by Kamy Verde (BKV), núcleo da marca dedicado ao reaproveitamento de fragmentos têxteis e à transformação de matérias já presentes em seu repertório. Em vez de buscar o novo como ruptura, a proposta se volta para a revisão do que já pertence à casa, agora atravessado por silêncio, foco e direção.</p><p><strong><em>“Queremos inspirar as pessoas a fazer esse exercício: descobrir o que ressignificar representa em seu interior”</em></strong>, afirma Francesca Alzati, diretora de identidade da by Kamy. A ideia ganha forma em uma mostra que trata o processo criativo como um mergulho íntimo, livre de ruídos e tendências passageiras, para abrir espaço ao que é essencial.</p><h3>O ressignificar como matéria</h3><p>A exposição se organiza em torno de uma ideia clara: o que verdadeiramente se transforma nasce da atenção ao presente. Assim, a by Kamy reúne artistas de diferentes linguagens e convida cada um a criar a partir de materiais que sempre estiveram próximos da marca, como fragmentos de tapetes costurados à mão na BKV ou uma versão mais ecológica de nylon.</p><p>O resultado não é apenas uma coleção de peças, mas um conjunto de interpretações autorais sobre matéria, memória e renovação.</p><h3>Carina Camargo e os vestígios da natureza</h3><p>A artista visual Carina Camargo, do Ludico, apresenta a coleção <strong><em>“Vestígios da Natureza”</em></strong>, desenvolvida em parceria com a by Kamy Verde. Sua pesquisa parte da escuta do invisível, do tempo e das formas em estado latente. Aqui, a natureza aparece como sistema contínuo de recomposição, em que um fim pode também sinalizar um novo começo.</p><p>O tapete Brisa (6,00 x 4,00 m) traduz a ação do vento por meio de uma composição que sugere movimento e leveza, ideal para ambientes minimalistas em que o tapete ocupa papel central no décor. Já os tapetes Casulo e Seiva (2,50 x 1,50 m cada) aprofundam esse mesmo raciocínio visual, criando uma relação de simbiose entre formas, contornos e matéria.</p><h3>Lucie Socrate e o gesto abstrato</h3><p>A designer de interiores e diretora de arte francesa Lucie Socrate desenvolve um trabalho em que o vintage e o contemporâneo convivem com naturalidade. Para a mostra, ela assina os tapetes Regarde nº 1 e Regarde nº 2, ambos inspirados nas manchas formadas pelos resíduos de tinta de cartuchos descartados sobre o papel.</p><p>A partir dessas silhuetas orgânicas, os artesãos da by Kamy Verde recortaram fragmentos de tapetes em tons suaves e neutros, criando peças abstratas, delicadas e visualmente leves. O resultado transforma o gesto artístico em matéria têxtil de toque macio, com composição em viscose e aloe.</p><h3>Ju Amora entre terra, sal e folhas</h3><p>A artista paulistana Ju Amora leva para a by Kamy Verde sua pesquisa sobre formas botânicas, marcada pelo encontro entre sertão e mar. Dessa aproximação nasce a coleção “Terra &amp; Sal”, construída a partir de uma paleta arenosa e terrosa clara, que reforça a dimensão sensorial do trabalho.</p><p>Os tapetes Terra &amp; Sal (3,00 x 2,00 m cada) sintetizam essa ideia ao unir a respiração da brisa marítima à força das cores da terra. Já Entre Folhas (3,00 x 2,50 m) explora texturas que convidam ao toque e evocam a sensação de caminhar sobre folhas espalhadas pelo chão.</p><p>Ju também assina o tapete Mirante (2,00 x 4,00 m), destaque da vitrine da marca no D&amp;D durante as ativações da DW!. A peça propõe justamente a experiência da contemplação, como sugere seu título.</p><h3>Noemi Carpu e o corpo em superfície têxtil</h3><p>Radicada no Rio de Janeiro, Noemi Carpu investiga em sua obra o corpo feminino e as construções sociais que atravessam o “ser mulher”. Na mostra, ela entra pela primeira vez no universo têxtil e reinterpreta seu traço com texturas, alturas e fios.</p><p>Produzidos em nylon EcoNyl®, material renovável desenvolvido a partir de redes de pesca descartadas e regeneradas, os tapetes dialogam diretamente com a pesquisa da artista. O que antes capturava passa a se tornar superfície de expressão.</p><p>No tapete Ela em Si (3,50 x 2,50 m), contornos em outra cor criam a sensação de membros em movimento, em uma composição fluida e sensorial. Já Geometria do Improviso (3,00 x 2,00 m) parte do trabalho em gesso da artista e recria, por meio de cortes de pelo, a sensação de relevo e profundidade.</p><h3>Pufftrona e tapeçaria</h3><p>A edição também marca o lançamento da collab Boulle + by Kamy. Assinada por Rodolpho Guttierrez, a Pufftrona une uma estrutura de madeira em arco contínuo ao clássico puff da marca, agora transformado em poltrona com encosto e braço. Cada peça varia conforme o tapete que a reveste e a madeira utilizada, enquanto a base giratória amplia sua funcionalidade.</p><p>Outro destaque é a tapeçaria Crisálida, criada no projeto social 1+1+by Kamy sob tutela da artista visual Elisa Lobo. Bordada a partir de fragmentos de Aloe unidos por fios e gestos manuais, a peça traduz de forma sensível a ideia de metamorfose, renovação e memória do fazer.</p><p><strong>Serviço</strong></p><p>By Kamy na DW! Semana de Design de São Paulo 2026<br>Exposição: Ressignificar: silêncio – foco – caminho<br>Local: by Kamy Maison<br>Alameda Gabriel Monteiro da Silva, 1147, Jardim América, São Paulo<br>De 5 a 14 de março de 2026<br>Segunda a sexta, das 10h às 19h<br>Sábados, das 10h às 17h<br>Evento by Kamy: 6 de março de 2026, das 16h às 20h</p><p>Vitrine DW! 2026 – D&amp;D Shopping<br>Local: by Kamy D&amp;D, lojas 208/209, piso térreo<br>Avenida das Nações Unidas, 12555, Cidade Monções, São Paulo<br>De 5 a 14 de março de 2026<br>Segunda a sexta, das 10h às 21h<br>Sábados, das 10h às 20h<br>Domingos, das 14h às 19h</p>]]></description>
      <pubDate>Fri, 20 Mar 2026 18:55:59 +0000</pubDate>
    </item>
    <item>
      <title><![CDATA[ARTRIBUNE | A incrível exposição em Paris, que apresenta os tapetes monumentais de Luís XIV]]></title>
      <link>https://www.bykamy.com.br/blog/a-incrivel-exposicao-em-paris-que-apresenta-os-tapetes-monumentais-de-luis-xiv.html</link>
      <description><![CDATA[<p>Esse mês, aconteceu no Grand Palais, em Paris, uma exposição magnífica que a by Kamy amou! <em>Os Tesouros Ocultos do Rei Sol, </em>uma mostra que expôs para o público, tapetes e tapeçarias que decoravam o Louvre no século XVII. Você foi? Se sim, nos conte sua experiência e mande fotos, vamos adorar ver.</p><p>Leia abaixo a integra traduziada da matéria de Valentina Muzi publicada no Artribune:</p><p><br></p><p> <a title="" href="https://www.bykamy.com.br/media/magpleasure/mpblog/upload/a/6/a6b9b721f6e16aca9f668ce1627a1202.jpg" rel="lightbox[mpblog_2468]" target="_blank"><img src="https://www.bykamy.com.br/media/magpleasure/mpblog/upload/a/6/a6b9b721f6e16aca9f668ce1627a1202.jpg" alt="" style="display:block; margin:auto;"></a></p><p>No início do reinado de Luís XIV, quando o Louvre estava destinado a se tornar a residência oficial do soberano antes que Versalhes assumisse um papel central, foi concebido um dos maiores projetos decorativos do século XVII francês. Uma parte significativa desses tapetes monumentais realizados para a Grande Galerie do Louvre está reunida no Grand Palais, em Paris, na exposição <em>Os Tesouros Escondidos do Rei Sol</em>, mas apenas até 8 de fevereiro de 2026.</p><p><a title="La mostra &quot;I tesori nascosti del Re Sole&quot; al Grand Palais di Parigi © Didier Plowy pour le GrandPalaisRmn, 2026" href="https://www.artribune.com/wp-content/uploads/2026/02/62330200914816735968499225434689301177569172n-768x960.jpg" rel="lightbox[mpblog_2468]" target="_blank"><img src="https://www.artribune.com/wp-content/uploads/2026/02/62330200914816735968499225434689301177569172n-768x960.jpg" alt="La mostra &quot;I tesori nascosti del Re Sole&quot; al Grand Palais di Parigi © Didier Plowy pour le GrandPalaisRmn, 2026" style="display:block; margin:auto;"></a></p><blockquote style="text-align: center;">© Didier Plowy pour le GrandPalaisRmn, 2026</blockquote><p><span class="redactor-invisible-space"><strong>Os tapetes encomendados por Luís XIV em exposição no Grand Palais de Paris</strong><br></span></p><p>Entre 1668 e 1688 foram tecidos 92 tapetes monumentais destinados a revestir o piso da Grande Galerie, o corredor de cerca de 442 metros que ligava o Louvre ao Palácio das Tulherias. Cada tapete, com aproximadamente nove metros de largura, era uma peça decorativa de um conjunto que cobria quase 4 mil metros quadrados de superfície.</p><p>Uma empreitada titânica que a encomenda real confiou à Manufatura da Savonnerie, a mais prestigiada fábrica europeia de tapetes de pelo atado. Os desenhos foram concebidos por Charles Le Brun, primeiro pintor do Rei, enquanto os cartões (executados em escala natural) foram realizados pelos artistas da Manufatura dos Gobelins sob sua direção.</p><p><a title="La mostra &quot;I tesori nascosti del Re Sole&quot; al Grand Palais di Parigi © Didier Plowy pour le GrandPalaisRmn, 2026" href="https://www.artribune.com/wp-content/uploads/2026/02/kk-819x1024.jpeg" rel="lightbox[mpblog_2468]" target="_blank"><img src="https://www.artribune.com/wp-content/uploads/2026/02/kk-819x1024.jpeg" alt="La mostra &quot;I tesori nascosti del Re Sole&quot; al Grand Palais di Parigi © Didier Plowy pour le GrandPalaisRmn, 2026" style="display:block; margin:auto;"></a></p><blockquote style="text-align: center;">© Didier Plowy pour le GrandPalaisRmn, 2026</blockquote><p><strong>Manufatura da Savonnerie: a história</strong></p><p>Fundada em 1615 em uma antiga fábrica de sabão no Quai de Chaillot, em Paris, a Manufatura da Savonnerie alcançou seu auge entre 1650 e 1685, desfrutando do monopólio real. Os tapetes — confeccionados principalmente em lã, com inserções de seda e caracterizados por uma alta densidade de nós — apresentam uma linguagem ornamental que, embora inicialmente influenciada por modelos orientais e otomanos, afirmou-se progressivamente como expressão de um estilo francês autônomo, tornando-se porta-voz do poder da Coroa por meio de medalhões, brasões e densos motivos florais.</p><p><strong>Os tapetes da Grande Galerie do Louvre: entre dispersão, recuperação e valorização</strong></p><p>Após a morte de Colbert e com o progressivo deslocamento da atenção de Luís XIV para Versalhes, os tapetes da Grande Galerie jamais foram instalados no Louvre. Nos séculos seguintes, revoluções, vendas e destruições determinaram sua dispersão. A partir do Primeiro Império e da Restauração, porém, uma parte significativa dos tapetes foi gradualmente readquirida.</p><p>Hoje, 41 dos 92 exemplares originais são preservados nas coleções das Manufaturas Nacionais — Sèvres &amp; Mobilier national —, dos quais 33 completos, aos quais se somam quatro dos treze tapetes realizados para a Galerie d’Apollon. Em 2024, a recuperação de um fragmento relevante do quinquagésimo tapete enriqueceu ainda mais o conhecimento desse conjunto.</p><p><br></p><p><a href="https://www.artribune.com/arti-visive/2026/02/mostra-parigi-tappeti-luigi-xiv/?utm_source=Newsletter+Artribune&amp;utm_campaign=d7d9b802d8-EMAIL_CAMPAIGN_2026_02_04_02_13&amp;utm_medium=email&amp;utm_term=0_dc515150dd-d7d9b802d8-154281575">Clique aqui para ver a matéria </a> </p><p><span></span></p>]]></description>
      <pubDate>Fri, 13 Feb 2026 18:54:04 +0000</pubDate>
    </item>
    <item>
      <title><![CDATA[BLOG BY KAMY | Carnaval: conheça a arte de Di Cavalcanti em Arazzos]]></title>
      <link>https://www.bykamy.com.br/blog/by-kamy-carnaval-conheca-a-arte-de-di-cavalcanti-em-arazzos.html</link>
      <description><![CDATA[<p>O
<b>Carnaval</b> é uma das expressões culturais mais potentes do Brasil. Mais do
que uma festa, ele representa movimento, identidade, ritmo, cor e um imaginário
coletivo que atravessa o tempo, conectando gerações e narrativas. É nas ruas,
nos corpos em dança e na música que o Brasil revela uma de suas faces mais
autênticas — e, por isso mesmo, sempre despertou o interesse de artistas
atentos à pulsação do país.<o:p></o:p></p><p><a title="" href="https://www.bykamy.com.br/media/magpleasure/mpblog/upload/3/0/30c4a9cb8d03d0022a2190a11efbbe87.jpg" rel="lightbox[mpblog_2467]" target="_blank"><img src="https://www.bykamy.com.br/media/magpleasure/mpblog/upload/3/0/30c4a9cb8d03d0022a2190a11efbbe87.jpg"></a></p><p>Ao longo da história da arte brasileira, o Carnaval se consolidou como tema recorrente, especialmente no modernismo. Nesse período, artistas passaram a olhar para a cultura popular como fonte legítima de inspiração estética e simbólica. <b>Di Cavalcanti</b> foi um dos grandes nomes desse movimento. </p><p>Em suas obras, a folia ganha contornos de brasilidade: personagens populares, cores intensas, gestos expansivos e uma celebração do corpo, da música e da ocupação do espaço urbano.</p><p>É a partir desse recorte que a <a href="https://www.bykamy.com.br/"><b>by Kamy</b></a> apresenta <b>três arazzos</b> inspirados no Carnaval, reinterpretando obras icônicas de Di Cavalcanti em tapeçarias artísticas feitas à mão, sob licença exclusiva. As peças unem arte, design e tradição têxtil, transformando imagens consagradas da pintura brasileira em obras de arte para as paredes.</p><p>Neste novo post do <a href="https://www.bykamy.com.br/blog.html"><b>blog by Kamy</b></a>, exploramos o encontro entre o Carnaval, a obra de Di Cavalcanti e a linguagem têxtil dos arazzos, além de refletir sobre como essas peças podem ocupar os interiores contemporâneos como elementos artísticos e culturais.</p><p><b></b></p><p><b>Arazzo Di Cavalcanti — Sonhos de Carnaval</b></p><p><b></b></p><p><a title="" href="https://www.bykamy.com.br/media/magpleasure/mpblog/upload/f/e/fef010330546a97ee7932a493aaf8736.jpg" rel="lightbox[mpblog_2467]" target="_blank"><img src="https://www.bykamy.com.br/media/magpleasure/mpblog/upload/f/e/fef010330546a97ee7932a493aaf8736.jpg"></a></p><p>Tapeçaria Sonhos de Carnaval | Projeto: Flavio Butti e Alice Martins - Artefacto D&amp;D 2025 | Foto: Studio by Kamy<br></p><p>Di Cavalcanti encontrou no Carnaval um de seus temas mais recorrentes — e mais emblemáticos. Em Sonhos de Carnaval, o artista retrata um bloco efusivo de foliões em uma cena marcada pela intensidade cromática, pelos braços erguidos e pelos corpos em constante movimento. A composição transmite uma cadência quase musical, como se o ritmo da festa atravessasse a própria imagem.</p><p>Na versão em arazzo, essa energia coletiva é traduzida em fios e tramas que reforçam o caráter suntuoso da peça. Feito à mão, o trabalho assume o papel de obra de arte têxtil, pensado para ocupar paredes com presença e sofisticação. O diálogo entre o modernismo brasileiro e a tradição da tapeçaria transforma o ambiente, criando um ponto focal que carrega história, identidade e expressão artística.</p><p><b>Arazzo Di Cavalcanti — Carnaval</b></p><p><b></b></p><p><a title="" href="https://www.bykamy.com.br/media/magpleasure/mpblog/upload/1/b/1bebf2357fef8b32cc143cef1241dd29.jpg" rel="lightbox[mpblog_2467]" target="_blank"><img src="https://www.bykamy.com.br/media/magpleasure/mpblog/upload/1/b/1bebf2357fef8b32cc143cef1241dd29.jpg"></a></p><p>Mais uma vez, o Carnaval surge como protagonista na obra de Di Cavalcanti. Foliões dançando, braços para o alto e a figura de um palhaço tocando flauta compõem uma cena marcada pela alegria popular e pelo movimento contínuo — características centrais na trajetória do artista.</p><p>A imagem, que também estampou a capa do livro autobiográfico Viagem da Minha Vida (1955), é reinterpretada pela by Kamy em forma de arazzo, preservando o caráter narrativo da obra original. A tapeçaria mantém o espírito festivo da cena e reforça o elo entre arte, memória e cultura brasileira, oferecendo ao espaço uma peça que vai além da decoração: um fragmento da história da arte nacional traduzido em linguagem têxtil.</p><p><b>Arazzo Di Cavalcanti — Carnavalesco</b></p><p><b></b></p><p><a title="" href="https://www.bykamy.com.br/media/magpleasure/mpblog/upload/7/e/7eaa3111dae6122b7c2a7b94ba25a641.jpg" rel="lightbox[mpblog_2467]" target="_blank"><img src="https://www.bykamy.com.br/media/magpleasure/mpblog/upload/7/e/7eaa3111dae6122b7c2a7b94ba25a641.jpg"></a></p><p>Intitulado Carnavalesco, este arazzo sintetiza a visão de Di Cavalcanti sobre a folia brasileira. A cena apresenta um ambiente vibrante, decorado com balões, onde um bloco de foliões samba em ritmo contínuo. A composição não sugere apenas movimento físico, mas também a atmosfera sensorial do Carnaval — quase é possível imaginar o som, o calor e a música que emanam da imagem.</p><p>A peça se destaca pela riqueza cromática e pela sofisticação técnica, consolidando-se como um produto têxtil diferenciado. Pensado para ocupar paredes como uma verdadeira obra de arte, o arazzo Carnavalesco dialoga com interiores contemporâneos ao mesmo tempo em que preserva a força simbólica da cultura popular brasileira.</p><p><b>Arazzo como obra de arte têxtil nos interiores</b></p><p><b></b></p><p>O arazzo é um tipo muito especial de tapeçaria. Feito totalmente à mão, seus primeiros exemplares nasceram a partir de desenhos assinados por grandes artistas — os chamados cartones. A criação desse tipo de peça exige extrema habilidade técnica do tecelão, responsável por transformar imagem, volumes e cores em fios, tramas e texturas.</p><p>Diferente das tapeçarias decorativas tradicionais, o arazzo é concebido como obra de arte têxtil, pensado exclusivamente para ser exposto em paredes. Seu processo de produção envolve matérias-primas nobres, técnicas apuradas e um rigor artístico que o coloca em um patamar singular entre o design e a arte.</p><p>Ao investir nesse tipo de produção, a by Kamy preserva uma tradição histórica da tecelagem, além de atualizar seu significado. Inseridos nos interiores contemporâneos, os arazzos funcionam como elementos artísticos, culturais e funcionais — capazes de aquecer visualmente os ambientes, criar identidade e estabelecer um diálogo direto com a arte brasileira.</p>]]></description>
      <pubDate>Tue, 05 May 2026 15:45:00 +0000</pubDate>
    </item>
    <item>
      <title><![CDATA[CASA VOGUE | Inspirado em David Bowie, apartamento surge de repertório musical e artístico]]></title>
      <link>https://www.bykamy.com.br/blog/casa-vogue-inspirado-em-david-bowie-apartamento-surge-de-repertorio-musical-e-artistico.html</link>
      <description><![CDATA[<p>David Bowie dá nome e sobrenome a este apartamento de 153 m² no bairro do Itaim, em São Paulo. O projeto do <a class="" href="https://www.estudiominke.com.br/" target="_blank" data-mrf-link="https://www.estudiominke.com.br/" cmp-ltrk="Recomendação meio do texto" cmp-ltrk-idx="0" mrfobservableid="793e6b05-5d05-477d-b968-b70f8604243e"><span class="highlight highlighted">Estúdio Minke</span></a> usa o ícone da música como metáfora: assim como o artista transitava entre estilos sem medo, de Ziggy Stardust a Aladdin Sane, a morada ousa na paleta de cores, na curadoria de arte e nas referências mil de sua dona. "A casa se tornou extensão desse repertório cultural, um espaço que é ao mesmo tempo lar, manifesto e obra de arte habitável", acredita a arquiteta Camila Stump, coautora da proposta junto à sócia, a arquiteta Nabila Sukrieh.</p><p><a title="O piso de porcelanato é da Portobello e a marcenaria, da Florense. As plantas e os vasos são da Selvvva — Foto: Maura Mello | Produção: Mayra Navarro" href="https://s2-casavogue.glbimg.com/XmsNNaj8yLbcWpNOdmpcIIdwVs8=/0x0:1067x1600/984x0/smart/filters:strip_icc()/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_d72fd4bf0af74c0c89d27a5a226dbbf8/internal_photos/bs/2026/p/p/Vv1PCmSZKN82aSrW00ZA/2.jpeg" rel="lightbox[mpblog_2462]" target="_blank"><img src="https://s2-casavogue.glbimg.com/XmsNNaj8yLbcWpNOdmpcIIdwVs8=/0x0:1067x1600/984x0/smart/filters:strip_icc()/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_d72fd4bf0af74c0c89d27a5a226dbbf8/internal_photos/bs/2026/p/p/Vv1PCmSZKN82aSrW00ZA/2.jpeg" alt="O piso de porcelanato é da Portobello e a marcenaria, da Florense. As plantas e os vasos são da Selvvva — Foto: Maura Mello | Produção: Mayra Navarro"></a></p><p>Recém-entregue pela construtora, o imóvel já apresentava <a class="" href="https://casavogue.globo.com/smart/noticia/2023/12/cozinha-moderna.ghtml" data-mrf-link="https://casavogue.globo.com/smart/noticia/2023/12/cozinha-moderna.ghtml" cmp-ltrk="Recomendação meio do texto" cmp-ltrk-idx="1" mrfobservableid="8602c5cc-7806-466d-b2b6-f964cc466106">cozinha</a> integrada e suítes bem resolvidas. A intervenção focou nos espaços de convívio, com <a class="" href="https://casavogue.globo.com/decoracao/noticia/2024/09/ideias-sala-de-tv.ghtml" data-mrf-link="https://casavogue.globo.com/decoracao/noticia/2024/09/ideias-sala-de-tv.ghtml" cmp-ltrk="Recomendação meio do texto" cmp-ltrk-idx="2" mrfobservableid="170ffe3b-13bd-4528-a904-d6ce8c4c3d47">sala de TV</a> e jantar de dimensões generosas, marcenaria desenhada para a rotina e uma ilha ampla com banquetas, pensada para integrar usos e dinâmicas. A <a class="" href="https://casavogue.globo.com/decoracao/noticia/2026/01/varanda.ghtml" data-mrf-link="https://casavogue.globo.com/decoracao/noticia/2026/01/varanda.ghtml" cmp-ltrk="Recomendação meio do texto" cmp-ltrk-idx="3" mrfobservableid="33c56626-4218-4845-8cbe-ee0c94f2634d">varanda</a> foi mantida como ambiente externo, com porta de separação bem definida — conectada ao home office, ganhou composição de vasos, estar e mesa de apoio para churrascos.<a class="" href="https://casavogue.globo.com/lazer-e-cultura/arte/noticia/2025/07/como-arquitetos-e-designers-escolhem-obras-de-arte-para-os-projetos.ghtml" data-mrf-link="https://casavogue.globo.com/lazer-e-cultura/arte/noticia/2025/07/como-arquitetos-e-designers-escolhem-obras-de-arte-para-os-projetos.ghtml" cmp-ltrk="Recomendação meio do texto" cmp-ltrk-idx="4" mrfobservableid="b7b11f16-13e1-4ada-adf3-fc48b9f795b9"><span class="highlight highlighted">+ Como arquitetos e designers escolhem obras de arte para os projetos? O papel da emoção e da razão na curadoria</span></a>.</p><p>Na paleta, vinho, azul-petróleo, <a class="" href="https://casavogue.globo.com/Interiores/Ambientes/noticia/2019/01/amarelo-mostarda-descubra-como-usar-cor-na-decoracao.html" data-mrf-link="https://casavogue.globo.com/Interiores/Ambientes/noticia/2019/01/amarelo-mostarda-descubra-como-usar-cor-na-decoracao.html" cmp-ltrk="Recomendação meio do texto" cmp-ltrk-idx="5" mrfobservableid="f6835af1-271f-4265-a289-29c036a46e1a">mostarda</a> e verde dão o tom, equilibrados por <a class="" href="https://casavogue.globo.com/Interiores/Ambientes/noticia/2022/01/branco-total-5-ambientes-que-apostam-na-cor-para-se-inspirar.html" data-mrf-link="https://casavogue.globo.com/Interiores/Ambientes/noticia/2022/01/branco-total-5-ambientes-que-apostam-na-cor-para-se-inspirar.html" cmp-ltrk="Recomendação meio do texto" cmp-ltrk-idx="6" mrfobservableid="8e726e71-bf55-49cc-b228-20127a2363ad">off-white </a>e madeira. "A cliente nos apresentou uma pasta repleta de referências interessantes, com paletas de cores intensas, aconchegantes e fechadas. Buscamos fazer uma composição potente de cores e texturas em foco", explica Camila. O painel de <a class="" href="https://casavogue.globo.com/smart/noticia/2024/09/ladrilho-hidraulico-banheiro.ghtml" data-mrf-link="https://casavogue.globo.com/smart/noticia/2024/09/ladrilho-hidraulico-banheiro.ghtml" cmp-ltrk="Recomendação meio do texto" cmp-ltrk-idx="7" mrfobservableid="946bebb6-a6bb-4548-9097-f8321c3f9316">ladrilho hidráulico</a> aplicado na cozinha reforça essa lógica cromática e introduz textura e geometria ao conjunto.</p><p>A <a class="" href="https://casavogue.globo.com/lazer-e-cultura/arte/noticia/2025/07/como-arquitetos-e-designers-escolhem-obras-de-arte-para-os-projetos.ghtml" data-mrf-link="https://casavogue.globo.com/lazer-e-cultura/arte/noticia/2025/07/como-arquitetos-e-designers-escolhem-obras-de-arte-para-os-projetos.ghtml" cmp-ltrk="Recomendação meio do texto" cmp-ltrk-idx="8" mrfobservableid="e599d850-21fa-46e8-9d71-0314f8889d5b">curadoria de arte</a> foi definida ainda na fase de estudos. "Foi bem bacana incluir esses itens já no estudo, incorporar personalidade da cliente e planejar no detalhe onde iria cada arte", conta Camila. O maior deles, favorito da moradora, foi posicionado no pilar de concreto aparente da sala de jantar, aproveitando o contraste de texturas. A paixão pelo MoMA e o interesse pela <a class="" href="https://casavogue.globo.com/Arquitetura/Casas/noticia/2020/04/casa-na-dinamarca-e-construida-com-tres-asas-para-abrigar-familia-grande.html" data-mrf-link="https://casavogue.globo.com/Arquitetura/Casas/noticia/2020/04/casa-na-dinamarca-e-construida-com-tres-asas-para-abrigar-familia-grande.html" cmp-ltrk="Recomendação meio do texto" cmp-ltrk-idx="9" mrfobservableid="110e8efc-2ee9-44d2-abe5-4dca3bb2ac67">Dinamarca</a>, destino dos sonhos da moradora, inspiraram a seleção de luminárias, objetos de design e <em>toy art</em>.</p><p><a title="No quarto, roupa de cama e almofadas da Codex Home, banco da Dpot Objeto, tapete da By Kamy e quadro da Urban Arts Moema — Foto: Maura Mello | Produção: Mayra Navarro" href="https://s2-casavogue.glbimg.com/oFhFBGkO9zkwUP3zWELYixEWSs8=/0x0:1067x1600/984x0/smart/filters:strip_icc()/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_d72fd4bf0af74c0c89d27a5a226dbbf8/internal_photos/bs/2026/t/A/jlqEm3TRGRMETOVmCptw/4.jpeg" rel="lightbox[mpblog_2462]" target="_blank"><img src="https://s2-casavogue.glbimg.com/oFhFBGkO9zkwUP3zWELYixEWSs8=/0x0:1067x1600/984x0/smart/filters:strip_icc()/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_d72fd4bf0af74c0c89d27a5a226dbbf8/internal_photos/bs/2026/t/A/jlqEm3TRGRMETOVmCptw/4.jpeg" alt="No quarto, roupa de cama e almofadas da Codex Home, banco da Dpot Objeto, tapete da By Kamy e quadro da Urban Arts Moema — Foto: Maura Mello | Produção: Mayra Navarro"></a></p><figure></figure><figure><figcaption>No quarto, roupa de cama e almofadas da Codex Home, banco da Dpot Objeto, tapete da By Kamy e quadro da Urban Arts Moema — Foto: Maura Mello | Produção: Mayra Navarro<br><br>Assim como David Bowie construía personagens para expressar suas diferentes camadas, tudo o que se vê pelos ambientes materializa os gostos, as vivências e, sobretudo, a identidade de quem habita os espaços.<br><br><br><a href="https://casavogue.globo.com/interiores/apartamentos/noticia/2026/01/apartamento-inspirado-david-bowie.ghtml">Confira a matéria na íntegra clicando aqui!</a><br><br></figcaption></figure>]]></description>
      <pubDate>Wed, 04 Feb 2026 18:53:09 +0000</pubDate>
    </item>
    <item>
      <title><![CDATA[Natal 2025 na by Kamy: vitrines, memórias e muitas emoções!]]></title>
      <link>https://www.bykamy.com.br/blog/natal-2025-na-by-kamy-vitrines-memorias-e-muitas-emocoes.html</link>
      <description><![CDATA[<p>A época mais esperada do ano chegou! Além das celebrações que se aproximam, a troca de presentes e a fartura das ceias, o <b>Natal</b> tem um atrativo inigualável: as <b>decorações natalinas</b>.</p>    <p style="text-align: justify;">Cada vez mais criativas e, por que não, sustentáveis ao reaproveitar recursos, essa época do ano é um convite à contemplação, despertando memórias afetivas e emoções que estiveram guardadas na agitada rotina ao longo do ano.</p>    <p style="text-align: justify;">Para despertar diferentes emoções sob diferentes pontos de vista, enriquecendo o nosso olhar a partir de perspectivas únicas e cativantes, contamos com uma ajudinha especial. Confira:</p>    <p style="text-align: justify;"><b>Vitrine na Maison por Wenk&amp;Gama</b></p><p><b><a title="" href="https://www.bykamy.com.br/media/magpleasure/mpblog/upload/2/3/23833aa3d392565029bac6975597e149.jpg" rel="lightbox[mpblog_2453]" target="_blank"><img src="https://www.bykamy.com.br/media/magpleasure/mpblog/upload/2/3/23833aa3d392565029bac6975597e149.jpg"></a><br></b></p><p>A magia do Natal na nossa loja Maison na Alameda Gabriel ganhou forma em tons de bege e verde, revelando uma vitrine construída pelo escritório <b>Wenk&amp;Gama</b> com texturas, relevos e intenções que fogem do lugar comum das típicas decorações natalinas.</p><p style="text-align: justify;"><b>    </b></p><p style="text-align: justify;">Utilizando pequenas amostras da própria loja e fragmentos de tapetes da by Kamy Verde, as arquitetas Fabiana Wenk e Rafaela Gama fizeram jus ao nome da vitrine: “Tramas que Renascem”.</p><p style="text-align: justify;"><a title="" href="https://www.bykamy.com.br/media/magpleasure/mpblog/upload/1/d/1d7ff7d02dfecbd874411aed160b8d13.jpg" rel="lightbox[mpblog_2453]" target="_blank"><img src="https://www.bykamy.com.br/media/magpleasure/mpblog/upload/1/d/1d7ff7d02dfecbd874411aed160b8d13.jpg"></a></p><p>Elas desenharam camadas que cresceram em tamanho de cima para baixo até ganhar a forma de uma árvore de Natal contemporânea em um suave gradiente. Ao lado da árvore, uma linda guirlanda feita totalmente à mão e caixas de presentes forradas com fragmentos de tapetes.</p><p style="text-align: justify;">Ao valorizar o artesanal, o natural e o essencial partindo de uma lógica sustentável, cada detalhe da vitrine celebra o encontro entre design, simplicidade e calor afetivo desta época do ano!</p><p style="text-align: justify;"><br></p><p><b>Árvore de Natal na Maison por Tate Jansen</b></p><p><b><o:p></o:p></b><a title="" href="https://www.bykamy.com.br/media/magpleasure/mpblog/upload/b/b/bb1082e69ed12624036f7516a4ce9a84.jpg" rel="lightbox[mpblog_2453]" target="_blank"><img src="https://www.bykamy.com.br/media/magpleasure/mpblog/upload/b/b/bb1082e69ed12624036f7516a4ce9a84.jpg"></a><br></p><p>A árvore de natal da nossa loja Maison ganhou um toque muito especial em 2025: ela foi carinhosamente montada com enfeites criados à mão por <b>Tate Jansen</b>, mãe de nosso querido parceiro e amigo <b>Gustavo Jansen</b>. </p><p>Ele nos contou que, antes dela se dedicar a criação de enfeites natalinos, ela tinha um ateliê de vestidos de festa finos e muito elaborados. Com o tempo, os vestidos deixaram de ser seu interesse, mas a arte de criar com tecidos, passamanarias e lantejoulas sempre a acompanhou.</p><p><a title="" href="https://www.bykamy.com.br/media/magpleasure/mpblog/upload/7/e/7edec84dcf86debf583875fecef68bdf.jpg" rel="lightbox[mpblog_2453]" target="_blank"><img src="https://www.bykamy.com.br/media/magpleasure/mpblog/upload/7/e/7edec84dcf86debf583875fecef68bdf.jpg"></a></p><p>Tal como a vida, o acervo foi crescendo e se modificando. Nas viagens, com o seu olhar voltado para a sua nova fase, Tate foi garimpando miudezas e até peças de bijuteria que se tornariam preciosos enfeites em suas criações – como nas brilhantes bolas da árvore.</p><p>Hoje, ela mergulha nas suas memórias, repletas de referências, como barroco, cigano e até estilo bizantino, para criar peças lindas. Se no início da sua trajetória elas seriam desenhadas, alinhavadas e costuradas, hoje ganham forma livremente, com fitas, texturas e muito, muito sentimento!</p><p><br></p><p><b>Vitrine no D&amp;D por Flávia França</b></p><p><b><o:p></o:p></b><a title="" href="https://www.bykamy.com.br/media/magpleasure/mpblog/upload/9/a/9a5471d5bfcb95adfd64ddb936adcc1c.jpg" rel="lightbox[mpblog_2453]" target="_blank"><img src="https://www.bykamy.com.br/media/magpleasure/mpblog/upload/9/a/9a5471d5bfcb95adfd64ddb936adcc1c.jpg"></a><br></p><p>Que o Natal representa união, família e amor, você com certeza já sabe. Mas traduzir sentimentos abstratos e profundos em um espaço para ser contemplado requer sensibilidade, talento e poesia, o que a arquiteta <b>Flávia França</b> teve de sobra ao assinar a vitrine de nossa loja no <b>D&amp;D Shopping</b>. </p><p>Com uma caprichada seleção de tapetes persas, ela elege o vermelho clássico destes ícones do universo da tecitura para simbolizar a vida, a união e o amor que transbordam no imaginário em torno do Natal.</p><p><a title="" href="https://www.bykamy.com.br/media/magpleasure/mpblog/upload/a/c/ac3afb0c419e929482d6f9e37d86232b.jpg" rel="lightbox[mpblog_2453]" target="_blank"><img src="https://www.bykamy.com.br/media/magpleasure/mpblog/upload/a/c/ac3afb0c419e929482d6f9e37d86232b.jpg"></a></p><p>Cada peça foi escolhida para contar um pedaço dessa época tão deliciosa do ano. Das meias penduradas às poltronas ao redor da lareira adornada por tapetes, surge um convite para contemplar, desacelerar e recarregar as energias para o ano novo pelas coisas simples da vida.</p><p><br></p><p><b>Soldadinhos no Natal Mágico do D&amp;D</b></p><p><b></b></p><p><a title="" href="https://www.bykamy.com.br/media/magpleasure/mpblog/upload/0/e/0e6e7f53eafa8e721b0e5e86c5baced5.jpg" rel="lightbox[mpblog_2453]" target="_blank"><img src="https://www.bykamy.com.br/media/magpleasure/mpblog/upload/0/e/0e6e7f53eafa8e721b0e5e86c5baced5.jpg"></a></p><p>Os soldadinhos de Natal são uma das tradições mais marcantes deste período, sobretudo nos EUA e Europa, onde surgiram como lúdicos bonecos de madeira para quebrar nozes, mas se tornaram ícones a partir do balé composto por Tchaikovski.</p><p>Símbolos de proteção e magia, quem não vai querer um guardião como estes no Natal? Da tradição veio a ideia do D&amp;D de decorar os corredores do shopping com bonecos personalizados, assinados por talentosos profissionais.</p><p><a title="" href="https://www.bykamy.com.br/media/magpleasure/mpblog/upload/6/6/6605f54fec53c05d822a8f0c3d997c60.jpg" rel="lightbox[mpblog_2453]" target="_blank"><img src="https://www.bykamy.com.br/media/magpleasure/mpblog/upload/6/6/6605f54fec53c05d822a8f0c3d997c60.jpg"></a></p><p>Fernanda Camacho, Gapo Arquitetura, Henrique Steyer, Juliana Sica &amp; Bruno Isaac e Selma de Sá, cada um a sua maneira e estilo, tornaram a nossa passagem pelo D&amp;D ainda mais inspiradora!</p><p><b>No </b><a href="http://www.instagram.com.br/bykamy"><b>@bykamy</b></a><b>, em breve você encontrará ainda mais fotos, vídeos e bate-papos exclusivos com os profissionais por trás de todas essas criações que nos ajudam a proporcionar um Natal ainda mais emocionante para a família by Kamy!</b></p>]]></description>
      <pubDate>Tue, 09 Dec 2025 21:36:08 +0000</pubDate>
    </item>
    <item>
      <title><![CDATA[by Kamy + Araquém Alcântara: Espírito da Terra]]></title>
      <link>https://www.bykamy.com.br/blog/by-kamy-araquam-alcantara-espirito-da-terra.html</link>
      <description><![CDATA[<p><a title="" href="https://www.bykamy.com.br/media/magpleasure/mpblog/upload/f/2/f2186482371b8727c3a8f9c8fe40ddf3.jpg" rel="lightbox[mpblog_2452]" target="_blank"><img src="https://www.bykamy.com.br/media/magpleasure/mpblog/upload/f/2/f2186482371b8727c3a8f9c8fe40ddf3.jpg" style="max-width:897px;"></a></p><p>Um dos precursores da fotografia de meio ambiente no Brasil, 62 livros publicados, 75 exposições individuais e reconhecimento internacional. A trajetória de <b>Araquém Alcântara</b>, 74, ganha um novo capítulo em 2025 com o <b>lançamento do livro</b> que celebra meio século de dedicação à arte fotográfica.</p><p><a title="" href="https://www.bykamy.com.br/media/magpleasure/mpblog/upload/1/9/19d0cc225f961f4bb7f935ebe815eeb8.jpg" rel="lightbox[mpblog_2452]" target="_blank"><img src="https://www.bykamy.com.br/media/magpleasure/mpblog/upload/1/9/19d0cc225f961f4bb7f935ebe815eeb8.jpg" style="float:right; margin:0px 0px 10px 10px; max-width:365px;" alt=""></a></p><p> <br> Distribuído em 508 páginas, <b><i>Araquém Alcântara: 50 anos de Fotografia</i></b> desnuda o Brasil profundo, onde riqueza e desigualdade, natureza e destruição, contrastam de norte a sul e de leste a oeste. Mais do que uma obra retrospectiva, o livro é um manifesto social sobre a Terra e os seres que nela habitam.</p><p> <br> Em tempos de algoritmos e inteligência artificial, o trabalho de Araquém reafirma a chamada <b>inteligência orgânica</b>: aquela que nasce do instinto, a genuína conexão com o que está diante dos olhos e das mãos, uma inteligência que é alimentada pelo contato com o que é vivo e natural, reafirmando o fato de que o ser humano não está descolado de todo o resto, mas sim faz parte desse delicado sistema que une todos os seres.</p><p>Sua lente não captura apenas imagens, mas pulsações: a vibração da floresta, o silêncio dos rios, a destreza ribeirinha, a energia que atravessa cada forma de vida. É essa sensibilidade ancestral, biológica e profundamente humana, que transforma o ato de fotografar em um gesto de pertencimento.</p><p>A obra aborda a sustentabilidade sob uma perspectiva ampla, que vai além do manter a mata de pé: fala de <b>humanidade</b>, de <b>ancestralidade </b>e do<b> olhar </b>para a <b>transformação</b>. A cada registro, Araquém traduz o frágil equilíbrio entre o natural e o social, entre o visível e o invisível, o mesmo território – material e simbólico – onde se expressa a arte.</p><p>A partir da comercialização do livro, 10% da renda será revertida para a <b>Associação Mata Ciliar (AMC)</b>, entidade sem fins lucrativos que, desde 1987, promove ações para a conservação da biodiversidade.</p><p><a title="" href="https://www.bykamy.com.br/media/magpleasure/mpblog/upload/1/a/1aac12be563445c025e16f4e4e789a2f.jpg" rel="lightbox[mpblog_2452]" target="_blank"><img src="https://www.bykamy.com.br/media/magpleasure/mpblog/upload/1/a/1aac12be563445c025e16f4e4e789a2f.jpg" alt="" style="float:left; margin:0px 10px 10px 0px; max-width:396px;"></a></p><p><a title="" href="https://www.bykamy.com.br/media/magpleasure/mpblog/upload/2/1/21f14af4547caa28b5f42376a8733024.png" rel="lightbox[mpblog_2452]" target="_blank"><img src="https://www.bykamy.com.br/media/magpleasure/mpblog/upload/2/1/21f14af4547caa28b5f42376a8733024.png" alt="" style="float:left; margin:0px 10px 10px 0px; max-width:532px;"></a> </p><blockquote><br><br><br><br><br><br><br><br><br><br><br><br><br><br><br><br><br><br><br><br><br><br>À esquerda, tapeçaria bordada (1,49 m x 1,19 m) a partir da foto Anacã (Deroptyus accipitrinus), <br> Amazônia – 2013 | À direita, tapeçaria bordada (1,34m x 1,12m) a partir da foto Coruja Murucututu (Pulsatrix perspicillata), Amazônia – 2010</blockquote><p style="text-align: justify;"><br></p><p>A mesma inteligência orgânica que permeia o olhar de Araquém também se expressa na nossa essência aqui na <b>by Kamy</b>, transformando em arte a inspiração que emana dos encontros que permeiam a existência: o homem e a natureza, a máquina e o feito à mão.</p><p>Fomos apresentados pela <b>Claudia Campos Consultoria</b>, empresa especializada em marketing de conteúdo e conexões estratégicas. Com foco em criar pontes entre marcas e criadores, a consultoria idealizou o nosso encontro como este grande fotógrafo em um projeto que une arte, design, sustentabilidade e propósito, em torno do projeto social <b>1+1+by Kamy</b>, formado por bordadeiras do sul de Minas Gerais.</p><p><a title="" href="https://www.bykamy.com.br/media/magpleasure/mpblog/upload/a/9/a96bffad262c0e8cbff862b5c6cfb8b4.jpg" rel="lightbox[mpblog_2452]" target="_blank"><img src="https://www.bykamy.com.br/media/magpleasure/mpblog/upload/a/9/a96bffad262c0e8cbff862b5c6cfb8b4.jpg" style="max-width:1098px;"></a></p><blockquote>À esquerda, almofada bordada a partir da foto Onça-pintada (Panthera onca), Rio Três Irmãos, <br> Pantanal do Mato Grosso do Sul – 2018 | À direita, almofada bordada a partir da foto <br> Onça-pintada (Panthera onca). Rio Piquiri, Pantanal do Mato Grosso do Sul — 2017</blockquote><p>Com
paciência, tal como Araquém à espera do instante exato para o clique perfeito,
as bordadeiras observam as telas e reinterpretam cada imagem com o próprio
gesto, ponto a ponto, sob a orientação da artista visual <b>Elisa Lobo</b>.<br>Se nas fotos o
fotógrafo revela o instante invisível ao olhar comum, nas tapeçarias e
almofadas, revelamos o toque que humaniza a imagem, utilizando uma técnica de tecitura
preciosa, feita à mão livre. O bordado adiciona camadas de emoção e textura,
transformando o visível em tátil e o tempo em matéria viva.</p><p><a title="" href="https://www.bykamy.com.br/media/magpleasure/mpblog/upload/6/b/6b1d4ace59d1adef9a4ba72146b3a77e.jpg" rel="lightbox[mpblog_2452]" target="_blank"><img src="https://www.bykamy.com.br/media/magpleasure/mpblog/upload/6/b/6b1d4ace59d1adef9a4ba72146b3a77e.jpg" style="max-width:913px;"></a></p><blockquote>Detalhe da tapeçaria bordada a partir da foto Anacã (Deroptyus accipitrinus) Amazônia – 2013</blockquote><p><br></p><p>Nossa diretora de identidade, <b>Francesca Alzati</b>, mergulhou no vasto acervo de Araquém em um trabalho curatorial que elegeu o colorido vibrante dos pássaros e o olhar enigmático da onça-pintada como símbolos dessa intersecção orgânica entre instinto e criação.</p><p>A <b>Coleção Espírito da Terra </b>reinterpreta a arte fotográfica de Araquém Alcântara em fios e texturas palpáveis, sem perder a essência nem os valores que surgiram no instante do clique: sensibilidade, paixão e profundo respeito pela natureza e pela vida do próximo.</p><p><a title="" href="https://www.bykamy.com.br/media/magpleasure/mpblog/upload/3/e/3e8687b0f6278a2de23708869d961851.jpg" rel="lightbox[mpblog_2452]" target="_blank"><img src="https://www.bykamy.com.br/media/magpleasure/mpblog/upload/3/e/3e8687b0f6278a2de23708869d961851.jpg"></a></p><blockquote>À esquerda, almofada bordada a partir da foto Onça-pintada (Panthera onca), Goiás – 2017 | À direita, almofada bordada a partir da foto Onça-pintada (Panthera onca), Rio Preto da Eva, Amazonas – 1996.</blockquote><p>A Coleção Espírito da Terra reinterpreta a arte fotográfica de Araquém Alcântara em fios e texturas palpáveis, sem perder a essência nem os valores que surgiram no instante do clique: sensibilidade, paixão e profundo respeito pela natureza e pela vida do próximo. <i>“A arte de Araquém tem uma essência única, uma sensibilidade humana que conecta o olhar à matéria, o fazer à emoção. Quando nossas bordadeiras tocam o que veem com a agulha e a linha, elas dão continuidade ao que começou no instante do clique”</i>, afirma a diretora de identidade da by Kamy, <b>Francesca Alzati</b>.</p>    <p><i>“A by Kamy traduz em arte têxtil tudo o que acredito e quero transformar por meio da fotografia. É o encontro entre o humano e o natural, entre o olhar e o tramar, a verdadeira inteligência orgânica que move a vida”</i>, complementa <b>Araquém Alcântara</b>.</p><p><a title="" href="https://www.bykamy.com.br/media/magpleasure/mpblog/upload/1/d/1d46f53c56a7787c5a4cd25c6ada5ee6.jpg" rel="lightbox[mpblog_2452]" target="_blank"><img src="https://www.bykamy.com.br/media/magpleasure/mpblog/upload/1/d/1d46f53c56a7787c5a4cd25c6ada5ee6.jpg" style="max-width:892px;"></a></p><blockquote>Detalhe da tapeçaria bordada a partir da foto Coruja Murucututu (Pulsatrix perspicillata) - Amazônia – 2010</blockquote><p><br></p><p><br></p><p><b>No </b><a href="http://www.instagram.com.br/bykamy"><b>@bykamy</b></a><b>, você confere bastidores, fotos e inspirações em torno dessa grande novidade em tapeçarias e almofadas em parceria com um dos pioneiros da fotografia de meio ambiente do Brasil!</b><br></p><p><br></p><blockquote>



</blockquote><blockquote></blockquote>]]></description>
      <pubDate>Fri, 05 Dec 2025 19:08:19 +0000</pubDate>
    </item>
    <item>
      <title><![CDATA[CASA VOGUE | Os detalhes do living do Casa Vogue Experience 2025]]></title>
      <link>https://www.bykamy.com.br/blog/casa-vogue-os-detalhes-do-living-do-casa-vogue-experience-2025.html</link>
      <description><![CDATA[<ul><li>Na entrada, quadro Sem Título, de Yolanda Maholy, na Almeida &amp; Dale. Cadeira Kea, de Ronald Sasson, na Herança Cultural. Luminária de piso de Humberto da Mata</li><li>Sofá Iglu, de Juliana Lima Vasconcellos, do Vasconcellos Studio</li><li>Mesa Arcade Alta, de mármore Cristalo Gold, da Casa Atica; sobre ela, escultura Sem Título (anos 1990), de Amilcar de Castro, na galeria Almeida &amp; Dale</li><li>Poltrona Trapézio, de Juliana Lima Vasconcellos, do Vasconcellos Studio</li><li>Sofá Melody (bordô), da Natuzzi</li><li>Poltrona Boia, da Alva</li><li>Mesa de centro com base de aço inoxidável, de Nicolas Vlavianos, na BS Galleria; sobre ela, vaso Lascas, da Carol Gay, com arranjo floral da Galeria Botânica e escultura Sem Título (s.d.), de Sidney Amaral, na galeria Almeida &amp; Dale</li><li>Mesa Morfa N. 12 (em frente ao sofá); sobre ela, escultura Wilde Leute 8 (2024), de Paloma Varga Weisz, na Almeida &amp; Dale e bowl Núcleo I, de Jacqueline Terpins, na Dpot Objeto.</li><li>Poltrona (Sem) Capa, de Guilherme Wentz, no Wentz Design</li><li>Mesa Morfa 07, de Lucas Recchia, sobre ela, luminária de mesa Delight, design Frans Van Nieuwenborg, Martijn Wegman para a Ingo Maurer, na Fas Iluminação, e vaso Drops de Lucas Recchia com arranjo floral da Galeria Botânica</li><li>Mesa de apoio Prisma, design Bettina Heuer para a Designers Group Gallery; sobre ela, escultura Touro, da coleção Sem Pé Nem Cabeça, de André Lacerda, na Herança Cultural</li><li>Mesa lateral de madeira Gomo, de Pedro Ávila, na Herança Cultural</li><li>Tapetes Bk Verde J e L, da By Kamy</li><li>Luminária de piso João de Barro, do Estúdio Campana</li><li>Painel de massa acrílica, de Clemilson Saints</li><li>Tintas Folhagem Suave e Cobre Suave, da Coral</li><li>Quadro Horizonte Dourado (2024), de Ramonn Vieitex, na Marco Zero e Almeida &amp; Dale</li><li>Nos nichos da parede curva, da esq. para a dir., escultura SemTítulo (2015), de Sidney Amaral, esculturas Sem Título (anos 1990) e Sem Título (anos 1980), de Amilcar de Castro, escultura Garrafa, de Akinori Nakatani, e escultura KV256 (1961/1998), de Lygia Pape, tudo na Almeida &amp; Dale, e escultura de alumínio de Manolo Blahnik, na BS Galleria</li><li>Escultura Sem título (2021/2022), de Siron Franco, na Almeida &amp; Dale (entre a Poltrona Boia e a Mesa Prisma)</li><li>Cortina Lashings, da Uniflex</li><li>Na área externa, escultura Guanxi (Le Reséau) (2007), de Saint Clair Cemin, na Almeida &amp; Dale</li><li>No piso, revestimento Gales GR Nat 180 x 90, da Portinari</li></ul><p><br></p><p><a href="https://casavogue.globo.com/casa-vogue-experience/noticia/2025/10/living.ghtml">Confira a matéria na íntegra clicando aqui!</a><span class="redactor-invisible-space"></span></p><p><br></p>]]></description>
      <pubDate>Mon, 03 Nov 2025 14:27:30 +0000</pubDate>
    </item>
  <atom:link href="https://www.bykamy.com.br/mpblog/rss/category/id/6/store_id/1/" rel="self" type="application/rss+xml"/></channel>
</rss>
