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TRIBAL FUSION | POR JULIANA MESSIAS

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By Catarina 13 de maio de 2015 3 comments

Tribal Fusion

No universo by Kamy, a junção de culturas, povos, estilos e histórias, estão presentes em cada tapete. Tudo a ver com o Tribal Fusion, um estilo de dança relativamente novo, do qual poucas pessoas conhecem.

Esta dança teve como origem o ATS (American Tribal Style), do qual é composto de diversas danças étnicas. O Tribal Fusion trouxe além da possibilidade de a bailarina realizar solos, nas performances é agregado livremente mais variações de estilo, como: Dança do Ventre (sua base principal), Flamenco, Dança Indiana, Breakdance, Contemporânea, Jazz, enfim, uma Fusão de Tribos definitivamente.

As músicas variam do egípcio clássico/orientais às músicas ocidentais modernas (mixadas, cantadas ou não, com batida de Hip Hop, Rock, Pop, etc). Não existem regras para as músicas utilizadas. Existindo também gêneros da dança como Tribal Brasil (inspirados no Maracatú, estilos indígenas e etc), Dark Fusion (o Gothic, Heavy Metal e etc).

O Tribal Fusion vive em constante construção, pois a própria bailarina cria novos movimentos e técnicas. Isto também está extremamente ligado aos figurinos, maquiagens e adereços utilizados, que tornam o estilo Tribal de imediata identificação. Cada bailarina busca sua essência e exterioriza sua personalidade em cada detalhe.

As bailarinas mais influentes são: Rachel Brice, Zoe Jakes, Sheron Kiraha, entre outras. Cada uma transparecendo suas particularidades e formas de expressão. A bailarina Zoe Jakes é uma grande inspiração. Cativa com sua expressividade teatral e movimentos corporais, proporcionando verdadeiros espetáculos.

O Tribal Fusion é indicado para quem aprecia explorar a diversidade e poder criativo. Tendo como desafio o trabalho e técnicas corporais exigidas para melhor evidenciar o estilo. Explorar culturas, povos e, acima de tudo, a si mesma.

Descobri que o Tribal Fusion me proporcionou o desencadear da minha alma, onde me permite ser livre e explorar a grandiosidade dos povos e suas linguagens. É a expansão das egrégoras que vivem em mim em forma de arte, pois a criação e expressividade pessoal geram a essência desta dança.

É a conexão com a terra, a raiz, que me eleva ao céu. A força e a sutileza hipnotizante que me encanta. A Nômade, a Tupi, a Indiana, a Egípcia, a Cigana e a Gótica, compõem um mosaico, onde sou Deva Agni, que é gerada a cada movimento, a cada som, no ventre de todas estas mulheres.

Por Juliana Messias.

Confira a grande inspiração de Juliana, a bailarina Zoe Jakes:

goo.gl/zNUxOi

Noemia Ferreira 17 de fevereiro de 2017 at 11:36
Parabéns um belo trabalho !!!
Juliana Messias 17 de fevereiro de 2017 at 11:36
Gratidão por abrirem portas para o conhecimento de uma arte tão bela e pouco conhecida.
Thais Camargo 17 de fevereiro de 2017 at 11:36
Excelente!
Estou até pensando em ir fazer algumas aulas.
Parabéns Ju!

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