Clique em um de nossos representantes abaixo para bater um papo no WhatsApp.

Converse conosco no WhatsApp
by Kamy na BAB – Bienal de Arquitetura Brasileira

by Kamy na BAB – Bienal de Arquitetura Brasileira

Davi by Kamy 667 views Nenhum comentário

A Bienal de Arquitetura Brasileira chega à sua primeira edição com a missão de aproximar a arquitetura da vida real e, assim, democratizá-la. Realizada em São Paulo-SP e com a by Kamy entre uma das apoiadoras, a mostra reúne projetos que exploram diferentes formas de morar, pensar e ocupar os espaços no Brasil. O evento será realizado no Pavilhão das Culturas Brasileiras, localizado no Parque Ibirapuera, entre 25 de março e 30 de abril.

Ao longo do percurso, a ideia é ir além da observação e dar abertura ao sentir. Os ambientes foram pensados para traduzir os biomas e todos os estados brasileiros por meio de materiais, texturas e composições que dialogam diretamente com o cotidiano de cada região.

Ao chegar ao evento, é possível notar que o lounge do Pavilhão Brasil conta com presença das Pufftronas desenvolvidas pela by Kamy em parceira com a Boulle, unindo uma estrutura de madeira com um assento revestido de fragmentos de tapetes. A peça foi um dos grandes lançamentos da DW! Semana de Design de São Paulo.

Todos os ambientes foram divididos a partir de biomas do nosso ecossistema brasileiro, representando todos os estados brasileiros, além de ambientações especiais nas áreas externas. Confira abaixo as peças by Kamy presentes na mostra:


AMAZÔNIA

PARÁ - Studio Tuca (Caminho dos Rios) apresenta uma seleção de tapetes em fibras naturais, como o Kilim Juta Stripes e o Sisal Plain Café, que combinam juta indiana com o sisal, uma matéria-prima típica da tecitura brasileira. O TC1691 Brown traz listras em hemp e lã para um toque mais macio, enquanto o Tangis Multi 3 adiciona leveza e textura à composição.


CAATINGA

BAHIA - Vida de Vila (Casa do Mastro) destaca o uso da juta artesanal no tapete Guarany 1, com listras em grafite que trazem ritmo visual e sensação de amplitude, equilibrando rusticidade e sofisticação. A mesma fibra aparece no Tupy 2, em versões listradas e geométricas nas cores Grey e Yellow, onde o desenho ganha ainda mais destaque e estrutura o ambiente.


RIO GRANDE DO NORTE - rodraarq (Casa de Veraneio) também traz a juta como protagonista, mas em composições expressivas, explorando diferentes formatos, cores e texturas. O Spiral Juta Multi combina forma circular com listras coloridas, enquanto o Zili Juta Mix Gold aposta em uma superfície mais lisa com destaque para o ponto Zili em tom dourado. Já o Taza 18 Juta Dark faz referência às esteiras marroquinas, com trama manual em juta e algodão preto. Nas paredes, a estrela é o Arazzo A Conquista II”, uma nobre interpretação têxtil da obra de Gilvan Samico, artista pernambucano que se destacou como desenhista, gravador, pintor, xilogravurista e professor.


CERRADO

DISTRITO FEDERAL - Debaixo do Bloco Arquitetura (Moderno no Viver) apresenta o Arazzo Tarsila® “São Paulo”, uma tapeçaria pensada como obra de arte para parede. Feita 100% à mão e sob licença exclusiva da by Kamy, a peça traduz com delicadeza as formas e cores do original, em uma clara referência ao modernismo brasileiro.


GOIÁS - Bendito Traço Arquitetura (Casa de Amélia) destaca o tapete Zili Milano 2, feito em tear manual, onde a própria tecitura cria os detalhes do design. Com aparência rústica e variações naturais da lã, a peça ganha ainda mais destaque na cor Yellow.


MARANHÃO - Larissa Catossi e Guilherme Abreu (Raiz e Trânsito - Casa Pedro Neves) apresenta o tapete Patchwork Multi 21, feito a partir da junção de retalhos de tapetes orientais antigos tingidos. O trabalho manual e a absorção única de cor em cada fragmento garantem peças exclusivas, cheias de história e personalidade.


MINAS GERAIS - Marina Reis Arquitetura (Casa Adélia Prado) destaca o tapete Seagrass Fucshia, feito a partir de fibra vegetal extraída de algas marinhas que crescem em águas salobras. A combinação de luz e água nesse ambiente influencia a pigmentação natural da fibra, criando variações de cor que reforçam a beleza e autenticidade da peça.


TOCANTINS - Marcus Garcia Arquiteto (Casa da Arlê) apresenta o tapete Per Te 3 BKV, produzido 100% à mão com fragmentos têxteis pelo ateliê by Kamy Verde. Inspirada no gesto de presentear (“para você”), a peça remete a afeto e boas memórias, como um gesto de carinho traduzido em forma têxtil.


MATA ATLÂNTICA

PARANÁ – O escritório Boscardin Corsi (A Casa que Dança) selecionou o tapete Dhurie Dali Fine Out, peça feita à mão em lã com ponto mais fino, que possui excelentes qualidades como beleza, resistência e confortabilidade. As cores da coleção apresentam um efeito rajado, o que lhes confere um design único a cada peça, a exemplo do modelo Mix Aluminium selecionado para este ambiente, onde o cinza se soma à base neutra sem deixar de lado a sua personalidade.


PAMPAS

RIO GRANDE DO SULStudio Carbono & Matte Arquitetura (Querência Amada) assinam o espaço onde tradição e contemporaneidade se encontram. O tapete Mahal A, originários de Arak (antiga Sultanabad, no Irã), revelam essa herança ao trazerem uma estética clássica. Já a tapeçaria Valsa Campestre acrescenta uma camada sensível à composição: fruto do trabalho das bordadeiras do projeto 1+1+by Kamy, ela resgata, com delicadeza e precisão, uma cena que o tempo quase apagou. Em contraste complementar, o Zili Plain Mix Steel introduz uma leitura mais essencial e versátil. Com design limpo e um cinza mais escuro, a peça funciona como um elemento de respiro, fácil de integrar a diferentes estilos.


PANTANAL

MATO GROSSO DO SUL - Déborah Nazareth Arquitetos (Casa Ñandejara) traz os tapetes Dhurie Patna Out, feitos à mão com mistura de fibras e acabamento rústico, unindo conforto, resistência e variações de cor que tornam cada peça única. Os têxteis ganham destaque, com a by Kamy presente em diferentes propostas, do rústico ao contemporâneo.


AMBIENTES ESPECIAIS

O projeto social 1+1+by Kamy está presente na BAB com uma instalação que traduz seu compromisso com a sustentabilidade social e a valorização do fazer manual. Desenvolvido com mulheres de Carmo da Cachoeira, o projeto ganha forma na obra “A Água é Viva”, assinada por Elisa Lobo, que utiliza fios de seda e materiais diversos para criar esculturas têxteis inspiradas em águas-vivas.

Além das ambientações por bioma e estado, nas áreas externas, a BAB também prepara atrações como o Restaurante BIOMAS, onde entram nossos tapetes com fibras de coco e seagrass no espaço assinado por Celso Rayol, além da Casa TCL, projetada por Ricardo Abreu, onde o geometrismo do tapete Kilim Sully Multi 1 se contrapõe à sobriedade do Dhurie Dali Max Mix Black.

Como se pode notar, todos os ambientes são pensados para refletir a diversidade da região que representam, como na Amazônia, onde há predominância de fibras naturais ou na Caatinga, onde os desenhos e listras são mais expressivos.

É neste contexto, transitando entre experimentação e contemplação, que o percurso da BAB redireciona o holofote, afastando-se das tendências passageiras para lançar um olhar mais amplo e profundo sobre a brasilidade. É um recorte de como diferentes materiais, técnicas e referências contam passado, presente e futuro da arquitetura brasileira.

Bienal de Arquitetura Brasileira 2026

25 de março a 30 de abril

12h às 21h

Pavilhão das Culturas Brasileiras (Pacubra), Parque Ibirapuera, São Paulo-SP Informações e ingressos: clique aqui

Comentários
Carrinho de compras