Swipe to the left

GESTÃO DO ESTRESSE: A DECISÃO É SUA!

Imprimir
By kadu 16 de abril de 2014 1 comment

Francesca Alzati mexendo nos arquivos do seu pai, após seu falecimento, encontrou um texto de 1997 que condiz e muito com a realidade dos dias atuais, e quis compartilhar com todos nós. Boa leitura!

Gestão do Estresse

Este tema é antes de tudo um valor pessoal e privado: no entanto seria um erro minimizar o nosso estresse e o impacto no desempenho da vida profissional.

As decisões tendem a ser apressadas, a liderança e credibilidade diminuem, e você começa a perder a coerência da ação e a determinação para alcançar os objetivos.

Prestar atenção a este tema é essencial para a própria serenidade pessoal e da família, e para o próprio desempenho na empresa.

Os primeiros orientadores:

Antes de examinar as estratégias comportamentais e avaliar as situações cotidianas nas quais podemos atuar lembrar-se dos cincos principais orientadores do estresse:

  • Preste muita atenção para os primeiros sintomas: a hipertensão arterial, gastrite, dores de cabeça frequentes, câimbras, taquicardia, insônia, alergias, fadiga, erupções cutâneas, apetite excessivo, bulimia, são sinais que o nosso corpo nos envia para nos dizer que estamos passando do limite.
  • Não ignore estes sinais submergindo numa montanha de pílulas, vamos avaliar seriamente o problema.
  • Não subestime as reações dos parentes, amigos, colegas e colaboradores, pois o alerta é dado pelas pessoas que estão do nosso lado, bem antes que os sintomas do nosso corpo. Se as brigas engrossarem, os mal entendimentos aumentarem, e aqueles que vivem ao nosso redor nos deixar em nosso canto, talvez o problema sejam nós mesmos e não eles.
  • A essência da gestão do estresse é equilibrar. Nosso tempo deve ser dividido igualmente entre as esferas públicas e privadas, o trabalho e os compromissos familiares e de lazer.
  • A gestão do estresse requer escolhas. Na base do estresse há de fato um mal comportamento “automático” onde perdemos de vista as nossas necessidades, as nossas expectativas, o nosso próprio ser. Retornar para níveis aceitáveis de estresse significa, basicamente, recuperar os aspectos de vida positiva que nós perdemos, muitas vezes sem perceber.

Estratégias Comportamentais:

Inspirando-se nos princípios orientadores que acabamos de mencionar, para reduzir o estresse é possível fazer o uso de estratégias diferentes:

  • Identificar a fonte do estresse e principalmente assumir que precisamos resolver um problema: muitas vezes é mais fácil dizer que fazer. Isto é, antes de tudo, a capacidade de parar, refletir sobre o que está acontecendo para entender a origem do problema na sua raiz.
  • Refletir sobre a nossa maneira de percepção: é a velha história do “copo meio cheio e meio vazio”. Continuar a enxergar só a parte negativa das coisas desperta atitudes que irão nos agredir: será que vale a pena?
  • Tentar modificar as nossas percepções, valorizando o que temos: aquele “meio copo” é um grande e importante patrimônio.
  • Temos que ser corajosos se necessário! Se não houver nenhuma outra escolha, não arruíne a sua vida e o seu físico, pois desistir pode não ser uma derrota, mas uma oportunidade para produzir mais em outro lugar. O importante, é entender o que se passa, para a experiência nos ensinar a não fazer-nos reproduzir em outro lugar a mesma dinâmica.

Sugestão de comportamentos corretivos:

As estratégicas propostas podem , dias após dias, modificar os nossos comportamentos que já viraram automáticos:

  • Redefinir suas metas / expectativas: tentar “reler” o seu comportamento e a realidade que você vive, querendo saber o que é realmente importante pra você.
  • Não esqueça o seu corpo, pense sobre como as doenças humanas graves poderiam mudar sua vida e de quem está a sua volta. Talvez valha a pena um momento de reflexão.
  • Aumentar a sua auto-avaliação: muitas vezes percebemos que fomos agressivos e que entramos a fazer partes de projetos sem ter participado da autoria deles, então esta na hora de fazer uma pausa e refletir. Pare, relaxe e pense!
  • Tente “abaixar a bola” ter tempo só para você e para suas necessidades pessoais, mesmo que aparentemente estúpida. Impor-se que há determinada hora do dia, a família, os amigos e seu passatempo favorito são as únicas coisas em que você pode se dedicar.
  • Gerencie as dinâmicas interpessoais de uma forma positiva: mude as suas percepções (o famoso copo cheio), enfatize a você e aos outros elementos positivos que estão em relacionamentos com pessoas à sua volta, em casa e no trabalho.
  • Na medida do possível, aprenda a dizer “não”. Se concentre no que é realmente importante, permitindo-se de tirar de sua vida o que lhe incomoda.
  • Não se leve a sério demais: não perca seu senso de humor e não pense que você sabe de tudo e o que você está fazendo é vital para os interesses da nação.
  • “O que posso fazer por mim hoje?” Pergunte a si mesmo a cada manhã, e se esforce em fazê-lo, tentando descobrir onde você está errado.


Posted in: EspecialComunicados
Simao 17 de fevereiro de 2017 at 10:25
Texto real é de suma importância para as pessoas parar e refletir o quão e tão importante para nós parar e pensar em nossas vidas, tanto a saúde, como nossas atitudes e o que podemos fazer para melhorar e colaborar com a vida no contexto geral de vivencia, seja ela num momento de tomar uma decisão, na liderança e também no comportamento familiar.
E por fim, dá importância ao que de fato é importante.