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Valor Econômico | Tapeçaria ganha protagonismo no décor de luxo

Valor Econômico | Tapeçaria ganha protagonismo no décor de luxo

Nicole Nigro 863 views Sem comentários

O que estava “escondido” sob os pés agora fica ao alcance dos olhos e próximo do toque das mãos. Não mais considerada um mero detalhe no ambiente, a tapeçaria vem retomando seu protagonismo na decoração e ganhando reconhecimento de obra de arte.

Foi assim no passado, quando a realeza em países europeus e famílias nobres presenteavam parentes, amigos e autoridades com tapeçaria fina. Mais recentemente, as peças têm reconquistado seu valor e vêm saindo do piso para ganhar exposição (emolduradas) nas paredes.

A tela “Abaporu”, de Tarsila do Amaral, em forma de “arazzo” feito em lã e algodão — Foto: STUDIO BY KAMI/DIVULGAÇÃO

De volta à disputa com a arte tradicional, empresas como a by Kamy encontraram uma resposta criativa: coleções que recriam em tapeçaria obras famosas de Tarsila do Amaral, Di Cavalcanti e Portinari. “É uma forma de contribuir para a imortalização do legado desses artistas, expandindo o horizonte das obras por meio do têxtil”, explica a diretora de Identidade da by Kamy, Francesca Alzati.

Outros nomes atuais, como Sérgio J. Matos e Regina Silveira — que assina os tapetes do Hotel Rosewood São Paulo — também integram o elenco de artistas colaboradores. A by Kamy produz parte de suas peças no Brasil e parte no exterior. Segundo Alzati, o que determina o lugar é a matéria-prima e a técnica específica a ser utilizada.

“Para fazer um bom tapete de determinada composição com uma técnica específica, não é possível improvisar ou adaptar: você precisa puxar o fio e buscar a origem dele para ser fiel às tradições e à cultura por trás daquele produto”, afirma a diretora.

Conforme dados da Associação Brasileira da Indústria Têxtil e de Confecção (Abit), a fabricação nacional de tapetes responde por 33% do volume ofertado no mercado. Os outros 67% vêm de fora do país.

Para a entidade, a perda de espaço do país para os produtores estrangeiros deve-se ao “custo Brasil”, que impacta a produtividade dos fabricantes nacionais, e a acordos bilaterais com países como o Egito, que tem redução do imposto de importação de produtos.


Confira a matéria na íntegra clicando aqui!

Postado em: PRESS-BY-KAMY
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